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Assuntos relevantes que devem ser objeto de gestão pública

Nos causou bastante apreensão, ao ouvir e interpretar as palavras do Ex-chanceler Celson Amorim, na sua exposição da situação dos conflitos bélicos, que assolam o Oriente Média e países vizinhos

"O conflito bélico que se alastra comprovadamente, e o IRÃ fechando o Estreito de Ormuz, onde por ali navegam navios petroleiros que abastecem até 25% do globo, onde os reflexos sociais, econômicos, políticos e demais devem afetar todo o globo, e isso nos faz merecer especial atenção diante desse evento."

INTRODUÇÃO

"A administração púbica não é palco para vaidades, é instrumento de transformação social. O cargo não é propriedade, a cadeira não tem dono. Quando se entende isso, a política deixa de ser vitrine e passa a ser serviço." (Anônimo).

Nos causou bastante apreensão, ao ouvir e interpretar as palavras do Ex-chanceler Celson Amorim, na sua exposição da situação dos conflitos bélicos, que assolam o Oriente Média e países vizinhos, diante da situação da Economia global, e chamando a atenção para que devemos nos ADEQUAR com ações preventivas, caso as consequências desse evento se perdurem ou possa se agravar.

Estamos cientes que a América Latina (América Central + América do Sul), e principalmente o BRASIL, com toda suas potencialidades econômicas, devem ser objeto de investimentos e de pessoas que buscam abrigo desses conflitos, e nesse interim, o BRASIL poderá tirar o proveito desse momento, já que comprovadamente é um país de PAZ,

Obstante a esse fato, diversas variáveis estão embasando o PDCA estratégico dos Governos atuais, e a sociedade deve entender que esse momento é atípico, em face dos fatores regulares e merecem atenção especial de todos, inclusive da GESTÃO PÚBLICA.

Acreditamos que devemos acelerar a realização dos grandes investimentos que os parceiros dos BRICS PLUS estão investindo no BRASIL, onde o boom populacional, e o Capital devem formar uma tônica para que possamos buscar a nossa maior capacitação e qualificação dos educandos e profissionais, para acolher as consequências desse evento.

Acreditamos que Governo Federal, Estadual, Municipal, devem se preparar para essas consequências nos aspectos sociais, econômicos, e políticos, mesmo diante da redução orçamentária, derivada da baixa arrecadação tributária, onde tais fatos hão de interferir no processo Eleitoral do ano de 2026, por motivos óbvios.

Aquele que entender essas palavras, devem lograr êxito em sua GESTÃO PÚBLICA: ADEQUAR, RELATIVO, PROPORCIONAL. INTELIGÊNCIA BIOLÓGICA e ARTIFICIAL, AGENTE DE IA, e demais conhecimentos necessários.

Obstante ao fato, acreditamos que a LIMITAÇÃO de alguns no entendimento desse INSIGHT, poderá afetar a sua ELEIÇÃO e REELEIÇÃO, e navegará em ônus insuportáveis.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Em consonância ao título do referido, agregando os conflito bélicos, com os agravos sociais e desigualdades, adicionados aos eventos naturais que hão de agravar a situação, elencamos abaixo, uma análise depurativa para que possa ajudar aqueles que buscam a SOBREVIVÊNCIA de suas atividades e dos representados.

"Para atender à sua solicitação com transparência racional, lógica e embasamento estatístico, é necessário selecionar temas que, embora sejam relevantes em escala global, manifestam-se de forma particularmente aguda no Brasil e, dentro deste, na região Nordeste. A seguir, uma descrição detalhada de cinco desses temas, conectando as três esferas (Mundo, Brasil, Nordeste) de maneira integrada.

1. A Crise Climática e a Transição Energética: Do Acordo de Paris ao Semiárido Nordestino

- Contexto Mundial: A crise climática é o desafio global mais premente do século. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) indica a necessidade urgente de limitar o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais para evitar catástrofes irreversíveis. Estatisticamente, 2023 foi confirmado como o ano mais quente já registrado, com temperaturas médias globais 1,45°C acima da era pré-industrial. A resposta global é a busca por uma transição energética, substituindo combustíveis fósseis por fontes renováveis, conforme acordado na COP28, que estabeleceu a meta de triplicar a capacidade de energia renovável até 2030.

- Contexto Brasil: O Brasil possui uma matriz elétrica relativamente limpa (cerca de 84% de fontes renováveis, segundo a ANEEL), mas sua matriz energética total (que inclui transportes e indústria) ainda depende fortemente de petróleo e gás. O país é um ator central no debate climático por abrigar a maior floresta tropical do mundo, a Amazônia, cujo desmatamento, embora em queda (47% em 2023 segundo o INPE), ainda libera bilhões de toneladas de CO2. O Brasil se posiciona como potência de energias renováveis, especialmente solar e eólica, e tem um enorme potencial para o hidrogênio verde (H2V).

- Contexto Nordeste: O Nordeste é a região que sente na pele as consequências da crise climática e, paradoxalmente, emerge como a vanguarda da solução energética.

- Impacto: As mudanças climáticas intensificam o ciclo hidrológico na região. Estatísticas mostram um aumento na frequência e intensidade de secas prolongadas no semiárido (como a seca de 2012-2017, a pior em décadas) e de chuvas extremas no litoral, causando deslizamentos e enchentes. A temperatura média na região já aumentou mais do que a média global, afetando a agricultura familiar e a segurança hídrica.

- Solução: O Nordeste é o "celeiro" das renováveis no Brasil. Detém o maior potencial de geração de energia eólica onshore do país e os maiores índices de irradiação solar. Atualmente, lidera a geração eólica nacional (respondendo por mais de 85% da capacidade instalada) e é a região que mais atrai investimentos em energia solar fotovoltaica. O Complexo do Porto de Pecém, no Ceará, é um dos principais hubs para a produção de hidrogênio verde do mundo, posicionando o Nordeste como um polo estratégico na nova economia global de baixo carbono.

2. Segurança Alimentar e o Preço dos Alimentos: Da Inflação Global à Mesa do Agricultor Familiar

- Contexto Mundial: A segurança alimentar global foi severamente abalada nos últimos anos. A pandemia da COVID-19, a guerra na Ucrânia (um dos maiores celeiros do mundo) e fenômenos climáticos extremos criaram uma "tempestade perfeita". O Índice de Preços dos Alimentos da FAO, após atingir máximas históricas em 2022, permanece volátil. Estima-se que cerca de 735 milhões de pessoas passaram fome em 2022, um número muito superior aos níveis pré-pandêmicos. A lógica é que a concentração de commodities e a financeirização dos alimentos tornam os preços globais suscetíveis a choques externos.

- Contexto Brasil: O Brasil é um gigante agropecuário, um dos maiores exportadores mundiais de soja, milho, carne bovina e açúcar. No entanto, paradoxalmente, a fome voltou ao Mapa da Fome da ONU em 2022. A produção para exportação (agronegócio) convive com a insegurança alimentar interna. A inflação dos alimentos pesa mais no bolso dos mais pobres, que gastam parcela maior da renda com itens básicos. A cesta básica em várias capitais brasileiras consome mais da metade do salário mínimo.

- Contexto Nordeste: A região concentra os piores indicadores de segurança alimentar do país.

- Vulnerabilidade: Segundo a Rede PENSSAN, em 2022, mais da metade dos lares nordestinos convivia com algum grau de insegurança alimentar. A pobreza e a desigualdade estrutural são as causas raiz.

- O Paradoxo da Produção: O Nordeste produz alimentos essenciais para a dieta do brasileiro, como mandioca, feijão, caju e frutas (o Vale do São Francisco é um polo de fruticultura irrigada para exportação). No entanto, grande parte dessa produção é voltada para mercados mais lucrativos (inclusive externos), enquanto a população local depende de alimentos processados e importados de outras regiões, cujos preços são impactados pelo custo do frete (o "custo Brasil").

- Agricultura Familiar: Cerca de 50% dos estabelecimentos agropecuários do Nordeste são de agricultura familiar, que é a principal responsável pela produção de alimentos para o mercado interno brasileiro (mandioca, feijão, leite). No entanto, esses agricultores enfrentam enormes desafios: falta de infraestrutura de armazenamento, dependência de políticas públicas (como o PAA e PNAE, que foram descontinuados e retomados) e vulnerabilidade às secas. A lógica é que fortalecer a agricultura familiar no Nordeste é a estratégia mais eficaz para combater a fome, mas isso esbarra na priorização política e econômica do agronegócio de exportação.

3. A Crise da Democracia e a Desinformação: Das Bolhas Sociais à Polarização nas Ruas

- Contexto Mundial: A década de 2020 tem sido marcada por uma erosão democrática global. Instituições como a Freedom House apontam um declínio contínuo da liberdade e dos direitos políticos em diversos países nos últimos 17 anos. Um dos principais vetores desse fenômeno é a desinformação em massa, amplificada por algoritmos de redes sociais. Estudos mostram que notícias falsas se espalham mais rápido e atingem mais pessoas do que as verdadeiras. A lógica por trás disso é o viés de confirmação e o engajamento emocional, que são explorados por plataformas que priorizam o lucro sobre a integridade da informação, criando bolhas e polarizando sociedades.

- Contexto Brasil: O Brasil é um caso emblemático dessa crise. As eleições de 2018, 2020 e 2022 foram marcadas por uma guerra de informações, com uso massivo de disparos em massa e deep fakes. A invasão das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 é o símbolo máximo da radicalização alimentada por desinformação, onde uma parcela da população, inconformada com o resultado eleitoral (uma eleição transparente, auditada e vencida por margem estreita de 50,9% a 49,1%), atacou as próprias instituições que garantem a alternância de poder.

- Contexto Nordeste: A polarização e a desinformação têm contornos específicos na região.

- O "Voto de Cabresto" 2.0: Historicamente, o Nordeste foi estigmatizado por práticas políticas arcaicas (coronelismo). Na era digital, essa visão foi ressignificada e usada como arma de desinformação. Durante o período eleitoral, boatos nas redes sociais tentaram descredibilizar o voto nordestino, insinuando que ele era fruto de "bolsa família" ou manipulação, e não de uma escolha racional do eleitorado. A lógica era criar uma narrativa de ilegitimidade para os votos da região, que historicamente tende a votar em candidatos de esquerda (Lula, por exemplo, teve mais de 69% dos votos no 2º turno de 2022 em estados como Piauí, Maranhão, Ceará e Bahia).

- O "Gabinete do Ódio" e a Periferia: As periferias das capitais nordestinas (Salvador, Recife, Fortaleza) são campos férteis para a disseminação de desinformação, onde igrejas e grupos de WhatsApp competem com a mídia tradicional pela narrativa. A ausência do Estado e a baixa qualidade da educação midiática tornam a população mais suscetível a discursos de ódio e teorias da conspiração, que muitas vezes miram minorias (negros, LGBTQIA+, nordestinos) como bodes expiatórios para problemas complexos como violência e desemprego.

4. O Futuro do Trabalho e a Desigualdade Digital: Da Automação ao "B-R-O" do Freelancer

- Contexto Mundial: A Quarta Revolução Industrial, impulsionada pela inteligência artificial (IA), automação e plataformização, está redefinindo o mercado de trabalho global. Estudos do Fórum Econômico Mundial preveem que, até 2025, a automatização e uma nova divisão do trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos poderão deslocar 85 milhões de empregos, mas criar 97 milhões de novas funções. A grande questão é a qualificação: as novas vagas exigirão habilidades analíticas, criativas e tecnológicas que a maioria da força de trabalho atual não possui. A lógica é que o trabalhador do futuro precisará ser adaptável e estar em constante aprendizado.

- Contexto Brasil: O mercado de trabalho brasileiro sempre foi marcado pela informalidade (cerca de 40% da força de trabalho, segundo o IBGE). A "uberização" do trabalho (a transformação de relações trabalhistas formais em serviços sob demanda via plataformas digitais) se expandiu para além do transporte, atingindo entregas, construção civil e até serviços de cuidado. Essa nova informalidade, travestida de "empreendedorismo", oferece flexibilidade, mas também precarização, ausência de direitos trabalhistas e remuneração instável, com baixíssima barreira de entrada para ocupações de baixa qualificação, mas alta barreira para mobilidade social.

- Contexto Nordeste: O Nordeste, com sua estrutura econômica mais frágil, sofre de forma aguda os efeitos dessa transformação.

- Desigualdade Digital: O acesso à internet de qualidade e a dispositivos adequados ainda é um gargalo na região. Segundo a TIC Domicílios, o Nordeste tem a menor taxa de domicílios com computador e a maior dependência exclusiva do celular para acesso à internet. Isso limita o acesso a cursos online, plataformas de trabalho remoto qualificado e oportunidades na economia digital. O trabalhador nordestino fica confinado às "pontas" da plataformização: entregador de ifood, mototaxista, diarista contratada por app.

- O "B-R-O" e a Informalidade Sazonal: O turismo é uma das principais portas de entrada para o trabalho informal na região. No verão (período conhecido como B-R-O no Ceará, por exemplo, pelos meses de setembro a dezembro), a demanda por serviços aumenta, criando uma onda de trabalhos temporários, informais e precários. Com a estiagem e o fim da alta temporada, esses trabalhadores voltam ao desemprego ou subemprego, sem qualquer proteção social.

- Potencial da Economia Criativa: Por outro lado, o Nordeste tem um enorme potencial na economia criativa (artesanato, música, moda, audiovisual). A internet e as redes sociais poderiam ser ferramentas para conectar esses produtores a mercados globais, mas a falta de letramento digital, logística de entrega e formalização impede que esse potencial se converta em renda significativa para a maioria.

5. A Violência Urbana e o Genocídio da Juventude Negra: Da Geografia do Crime à Periferia Nordestina

- Contexto Mundial: A violência urbana é um problema complexo em megacidades do mundo todo, mas no Brasil assume contornos de gravidade ímpar. O país figura consistentemente entre os mais violentos do mundo, com taxas de homicídio que rivalizam com as de países em guerra. O relógio da violência no mundo, segundo dados da OMS, aponta que jovens e negros são as principais vítimas.

- Contexto Brasil: O Brasil é o país que mais mata no mundo em números absolutos (cerca de 45 a 50 mil homicídios por ano, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública). O perfil da vítima é assustadoramente consistente: jovem, negro, do sexo masculino e morador da periferia. O **Atlas da Violência** de 2023 mostra que, enquanto a taxa de homicídios de brancos caiu, a de negros aumentou, resultando em uma probabilidade de um negro ser assassinado 2,8 vezes maior que a de uma pessoa branca. A lógica é a conjugação de vários fatores: guerra pelo controle do varejo do tráfico de drogas, polícia militarizada e violenta, Estado ausente nas periferias, racismo estrutural que criminaliza a juventude negra e um sistema de justiça penal seletivo.

- Contexto Nordeste: Embora o Sudeste tenha reduzido suas taxas na última década, o Nordeste se tornou o epicentro da violência letal no Brasil.

- Liderança em Homicídios: Nos últimos anos, estados como Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas têm figurado no topo do ranking nacional de homicídios por 100 mil habitantes. A guerra entre facções criminosas (PCC, Comando Vermelho) pela rota do tráfico de drogas, que tem no Porto de Salvador, Suape e Pecém pontos estratégicos para envio de cocaína à Europa, é um dos principais motores.

- Juventude Negra no Alvo: O genocídio da juventude negra atinge seu ápice no Nordeste, que possui a maior proporção de população autodeclarada parda e preta do país. Os jovens negros das periferias de Salvador, Fortaleza e Recife são as principais vítimas da "indústria da morte". A letalidade policial também é altíssima, com operações em comunidades carentes frequentemente resultando em chacinas, com argumentos de "confronto" que raramente são investigados a fundo.

- Interiorização da Violência: A violência, antes concentrada nas capitais, tem se interiorizado, atingindo cidades médias do agreste e sertão. A lógica é a expansão das facções para controlar rotas do interior e o aumento da violência associada à grilagem de terras e conflitos rurais, que também se intensificam no Nordeste. O Ceará, por exemplo, viveu uma onda de ataques a ônibus e prédios públicos em 2020 e 2023, orquestrados por facções de dentro dos presídios, mostrando o poder de fogo e a organização do crime organizado na região." (DEEPSEEK AI R3)

CONCLUSÃO

Sabemos que nesse momento nebuloso, os vivaldinos e oportunistas aproveitam para realizar ilícitos e delitos, de modalidade maquiavélica, inclusive a prática de alquimias e químicas orçamentárias para sanar determinados situações financeiras e tirar o proveito oportuno.

Esquecem que hoje, a TRANSPARÊNCIA da veracidade dos fatos, são facilmente identificadas, através do SHERLOCK, SITE AI, AWear SOLUTIONS, ZEEKIT, DONDE FASHION, e outros, que descobrem determinados segredos em qualquer acessório digital e tecnológico (Sistema, Nuvens, Computadores, Notebook, Phone Mobile, Iphone, Tablet, Kindler, e demais), qualquer que seja a mensagem, áudio, escrita, código, verbetes, e palavras onomatopaicas etc.

E o mais gritante é que a maioria dos SISTEMAS utilizadas pelos Governos Federais, Estaduais e Municipais, não tem sistema de securitizes, firewall, e APP de proteção, já que a LGPD e legislação brasileira que obriga os dados a serem públicos, não tem nenhuma proteção.

Obstante ressaltamos que AQUELE que for tentado a cometer delitos e crimes de gestão pública, pensem e repensem várias vezes e usem a métrica de suas consequências, antes de cometê-los, pois a PF e Tribunais estão devidamente capacitados e qualificados a identificar tais transgressões.

Os princípios que regem a GESTÃO PÚBLICA precisam ser praticados pelos gestores, pois, hoje, o processo de investigação está usando recursos que muitos desconhecem.

LER E ENTENDER nossos artigos, livros, palestras, blog, aulas, cursos, sitie, e o canal YouTube-Elenito Elias da Costa, ajudam na sua capacitação e qualificação e aos GESTORES PÚBLICOS, inibem e evitam a mudança de domicilio fiscal, e prejuízos financeiros e econômicos, inclusive perca de patrimônio.

Pedimos desculpas aqueles que não compactuam com esses escritos, pois entendemos perfeitamente sua posição, mas a VERDADE precisa ser difundida, para sapiência dos incautos, ainda existentes.

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INCC-DI0,21%0,72%
INPC (IBGE)0,21%0,39%
IPC (FIPE)0,32%0,21%
IPC (FGV)0,28%0,59%
IPCA (IBGE)0,33%0,33%
IPCA-E (IBGE)0,25%0,20%0,84%
IVAR (FGV)0,51%0,65%

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Atualizado em: 05/03/2026 19:49